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quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Segundo dia no Peru


Quinta feira, 13 de dezembro de 2018, esse é o meu segundo dia no Peru, cheguei ontem da Argentina. Viagem que está sendo muito emocionante. Fui recebido no Aeroporto Internacional Jorge Chaves aqui em Lima pelo meu amigo Charles Mejia, e logo após encontrei no hotel com meu outro grande amigo peruano Carlos Zegarra. Não os via há anos.

Essa é minha primeira viagem ao Peru, um país que sempre quis conhecer. Prorroguei demais essa viagem, mas dessa vez não poderia deixar faltar. Saí Brasília, fui para São Paulo, depois para Buenos Aires, enfim estou em Lima. Acordei agora há pouco e me dei de conta que estou com dinheiro de quatro países, o dólar americano que trouxe do Brasil junto com os reais. Peso que trouxe da Argentina e soles que comprei aqui no Peru. Daqui há pouco sairei as compras.

Logo que oportuno, escreverei um texto especial sobre a viagem, quanto ao Peru e também a Argentina. Vou tomar um banho aqui e esperar o Chales vir me buscar aqui no hotel, pois hoje a agenda é comprida, que inclui museus, pontos turísticos e muitos mais, e logo a noite estarei com Carlos e mais outras pessoas. Hasta Luego.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Mudar é preciso



Mudança é algo que não agrada muito e na maioria das vezes tem muita resistência. Na verdade todos querem mudar. Porém o grande problema é quando não se sabe se mudança vai ser boa ou ruim. Portanto as vezes compensa arriscar e sair da zona de conforto.

Se não tomarmos atitude, se não fizermos diferente, tudo continuará como está. Quantas vezes reclamamos da vida, mas não fazemos nada para que haja mudança. Uma simples mudança pode fazer toda uma diferença, seja ela de domicílio, emprego, relacionamento e etc.

O medo por muitas vezes nos impede do progresso, que só acontece com a mudança. A primeira mudança que se deve ter é a de pensamento. Pois tudo parte do pensamento, lembra do princípio filosófico do "penso logo existo", vamos por partes.

Se a mudança foi boa, felicidade, se não, experiência e aprendizado. Não desista dos seus sonhos, mudar é preciso, não se esqueça, você é capaz, ninguém fará por você o que você mesmo faria.

A foto acima é da parede do meu quarto, no qual na sequência é um filtro dos sonhos que meu irmão trouxe do Canadá, depois um sino tibetano que comprei numa loja aqui em Brasília e por último minha coleção de pulseira de raves e festivais.

Forte abraço, paz e luz.

noriega@edirrodrigues.com

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Medalhão de São Bento


Quando eu gosto, eu gosto mesmo. Pois bem, vamos aos fatos. Sou fã e adepto do medalhão de São Bento, mesmo nunca tendo sido católico. O que meu levou a gostar dessa figura? Qual seu significado? Descubra a resposta dessas perguntas e demais curiosidades nos próximos parágrafos.

A primeira vez que vi essa imagem foi na traseira de um carro, achei bonito e fiquei curioso. Outra vez vi tatuado no braço de uma pessoa. E de lá para cá nunca mais parei de ver. Mas o momento que mais impressionou foi quando eu estava participando de um seminário no Instituto São Boaventura, na Asa Norte, aqui em Brasília, pois eu usaria o certificado como horas complementares de minha graduação em filosofia na UCB.

A origem da medalha de São Bento é incerta, sabe-se que ela foi descoberta em 1647, em Nattremberg, na Bavieira, por ocasião da condenação de algumas bruxas, que afirmaram não conseguir praticar qualquer tipo de feitiçaria ou encanto contra lugares que houvesse a imagem da Cruz, em especial, a abadia de São Miguel em Metten. Intrigados com os fatos, as autoridades foram averiguar o que existia no mosteiro. Ao entrarem em uma das dependências, observaram entalhadas nas paredes imagens da cruz como estão representadas nas medalhas utilizadas hoje.

Na biblioteca dessa mesma abadia, encontram um manuscrito de 1415, o qual continha, além de textos, ilustrações, sendo elas a de São Bento, com uma cruz e uma flâmula, com os versos da medalha: Crux sacra sit mihi lux, no draco sit mihi dux. Valde retro satana, nunguam suade mihi vana. Sunt mala quase libas, ipese venena bibas. Por esse motivo, estima-se a origem da imagem da medalha situase no século XV.

A medalha, com algumas variações, possui na frente uma imagem de São Bento, vestindo o traje monástico - chamado cógula - trazendo na mão direita uma cruz e na mão esquerda uma flâmula ou libro aberto, que representa a Regra. No verso, há uma imagem da cruz. Ambas as faces trazem inscrições em latin, se apenas letras ou em palavras, a saber:

  • Na frente da medalha:
Eius in obitu nostro praesentia muniamur' = "Sejamos protegidos pela sua presença na hora de nossa morte".
  • No verso:
C S P BCrux Sancti Patris Benedicti - Cruz Sagrada do Padre Bento
C S S M LCrux Sacra Sit Mihi Lux - A Cruz Sagrada seja minha Luz
N D S M DNon Draco Sit Mihi Dux - Não seja o dragão meu guia
V R SVade retro, satana! - Para trás, Satanás!
N S M VNunquam Suade Mihi Vana - Nunca seduzas minha alma
S M Q LSunt Mala Quae Libas - São coisas más as que brindas
I V BIpse Venena Bibas - Bebas do mesmo veneno

Essa oração, acrescida da jaculatória "Rogai por nós bem aventurado São Bento, para que sejamos dignos das promessas de Cristo", se tornou uma fórmula de oração a São Bento.

Em 1742, o papa Bento XIV aprovou a medalha, concedendo indulgências a quem usar e estabelecendo a oração do verso da medalha como uma forma de exorcismo, que se tornou conhecida como Vade retro Satna. Atualmente, uma forma da medalha é que vemos nessas ilustrações conhecida como Medalha de Jubileu, pois foi cunhada em 1880 por ocasião do XIC Centetnário do nascimento de São Bento, pelos monges de Beuron para a Abadia de Monte Cassino.

São Bento é considerado o patrono do exorcismo, duas vezes o tentaram matar, porém com veneno, e ele fez a oração e o mal foi desfeito.

Comprei a pulseira da medalha de São Bento na loja Dracma, no shopping Conjunto Nacional em Brasília, custou R$ 120,00. Essa grife é especializada no segmento de acessório masculinos, produtos de primeira linha, compensa conhecer, o instagram deles é instragram.com/DracmaBrasilia .

Forte abraço, e até a próxima.

noriega@edirrodrigues.com

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Eu na Operação Lava Jato


Olá caro leitor, após três meses sem publicar textos, venho com este, em breve publicarei a íntegra, que é cheia de surpresas, revelações e aventuras. Forte abraço, paz e luz.

noriega@edirrodrigues.com

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Um dia de fúria


Hoje me senti na pele do personagem William Foster, interpretado pelo talentoso ator Michael Douglas no filme Falling Down, na versão brasileira "Um Dia De Fúria". Pois no meu dia hoje passei muita raiva.

Tirei o dia para resolver alguns problemas do meu carro, entre eles o pisca alerta, trava, volante e amortecer da fechadura do porta-malas. Pois bem, aqui em Brasília, no bairro Taguatinga, temos um setor chamado Setor H Norte, um lugar onde se concentra muitas lojas especializadas em diversas produtos e serviços automobilísticos. Pois foi para lá que me dirigi, afinal meu carro estava precisando de manutenção.

Pois a tarde no Setor H Norte foi bem produtiva, troquei o volante, arrumei trava, o pisca alerta, a luz de ré e a seta, porém faltava uma coisa, que estava me incomodando muito, o amortecedor do porta-malas. Pois toda vez que eu ia ao supermercado, ao voltar com as compras lembrava que o porta-malas após aberto não segurava mais a tampa só, era preciso segurá-lo para guardar as compras, isso me causava muito incômodo.

Por ser esse o último serviço que faltava, pedi indicação na loja na qual fiz a manutenção da luz de ré e seta, me foi indicado uma loja de renome, que fica na Área Especial 19 do setor, não vou citar o nome da loja por questão de ética.

Por ser uma grande loja e muito conhecida, jamais pensei enfrentar qualquer tipo de problema na mesma, entretanto passei por momentos de total fúria. Tudo começou no quando perguntei em um enorme balcão com diversos atendentes onde eu poderia comprar o amortecedor. O atendente me formou que o local era aquele mesmo, que lá fazia o pedido e depois se dirigia ao outro balcão, me mostrou acenando com a mão. Então assim o fiz, me foi perguntado marca, modelo e ano de fabricação do carro, fiz o pedido e fui ao balcão indicado.

Chegando ao balcão indicado, depois de um tempo percebi que aquela aglomeração de pessoas que esperavam por atendimento, não se tratava de fila, pois os clientes eram chamados pelos seus nomes e lhe eram entregues suas peças, porém sem nenhuma pagamento, apenas retenção de uma nota. Foi quando tive a curiosidade perguntar a um cliente a ordem daquele fluxo, foi quando ele me informou  que naquele atendimento era apenas para entrega, que eu deveria primeiro me dirigir ao caixa, fazer o pagamento e só depois ir até lá, pois o local se tratava da retirada de peças, o expliquei que fui direcionado ali por pelo outro balcão. Ele me informou que as pessoas que atentem no primeiro balcão são os vendedores e que após a venda o certo era ir ao Caixa.

O agradeci, porém não gostei da orientação errada que tive do vendedor. Assim o fiz, fui ao caixa, informei meu nome e fiz o pagamento, nesse do pagamento fiquei sabendo que se tratava de um par de amortecedores e não de um, pois só vendem o par. Lembrei da ilegalidade dessa prática, pois o Código de Defesa do Consumidor  (Lei 8.078 de 11 de setembro de 1990), classifica isso como venda casada, que é ilegal. Porém devido a pressa, não quis entrar no mérito do direito. Fiz o pagamento e dirigi-me ao balcão de retirada.

Após longa espera no balcão de retirada, chamaram meu nome, fui até lá e retirei os amortecedores. Os traria para colocar em alguma oficina próxima a minha casa, porém fui surpreendido por um prestador de serviço autônomo que ofereceu seu serviço de instalação para o amortecer. Em minha frente ele abriu a caixa e me mostro que um dos amortecedores estava estragado, então retornei a loja com a nota fiscal e amortecedor para  a troca.

A retornar ao banco, tive que esperar por mais alguns minutos para atendimento, ao ser atendido pela pessoa que me entregou os amortecedores, a mesma me informou que naquele setor não faz trocas, que deveria dirigir-me ao setor ao lado, mostrou-me outro balcão, e lá fui mais vez. Chegando lá, mostrei nota fiscal e pedi a troca. Porém o atendente disse que não poderia fazer a troca, pois eu estava apenas com um. O informei que outro ficou retido no balcão onde fui questionar sobre a troca. Voltei ao balcão e outro atendente me informou que o procedimento era aquele. Foi nesse momento que comecei a me estressar, pedi a ambos que me respeitasse, pois não  estava de brincadeira.

No balcão da troca não teve conversa, ele disse para eu procurar o gerente. Lá fui eu procurar a mesa o gerente. Ao encontrá-lo, expliquei toda situação, ele foi pessoalmente comigo ao balcão e aprovou a troca.