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domingo, 12 de fevereiro de 2017

Ei parceiro, esse carro é meu!


Hoje acordei confuso e desnorteado, com perguntas sem respostas e incertezas. Olhei para o teto, para os lados, quando de repente notei que uma profunda tristeza permeava coração. Tratei de levantar e buscar motivação para mudar essa triste realidade.

Lembrei do Kundalini Festival, como eu gostaria de estar lá agora. Ainda mais tendo no line Imba, Marabá, Artificat 303 e Purist. Mas nem tudo sai do jeito que gostaríamos. Enfim, como todos os momentos de minha vida tem uma trilha sonora, esse não poderia ser diferente, comecei com a música Vuelve.


Essa música  retrata muito bem o que tenho vivido, vamos aos trechos:

Despues de todo fui yo decirte que no 
Sabes bien que nos es cierto
Estoy muriendo por dentro

He intentado encontrarte en outras personas
No es igual, no es lo mismo
No se separa un abismo

Tradução:

Depois de tudo fui eu a te dizer que não
Você sabe bem que não está certo
Estou morrendo por dentro

Eu já tentei te encontrar em outras pessoas
Não é igual, não é a mesma coisa
Estou morrendo por dentro

Tento me proteger das desilusões, mas as vezes é inevitável, quando vejo, já aconteceu. Na noite passada não foi diferente, levei um perdido repentino. Fiquei surpreso, tentei não acreditar, mas já era uma realidade, diante perplexidade resolvi ficar no lugar por mais alguns momentos.

De repente vi um cidadão dirigindo um  carro igual ao meu, mesma cor, marca e modelo, rodas, até o amassado, só divergia a placa. Diante das evidências cheguei a pensar que a placa poderia ter sido trocada em poucos instantes. Não hesitei, aproveitei a baixa velocidade em que o veículo se encontrava, corri até ele disse: "Ei parceiro, esse carro é meu!"

O peguei pelo braço, ele ficou assustado e disse que não era o meu e sim o dele, que tinha acabado de ver o meu abaixo estacionado. Logo olho abaixo e lá estava meu carro do mesmo jeito que eu havia deixado. O pedi desculpas, envergonhado tentei disfarçar o mico, fui até o carro e vim para casa.

Voltei pensando, o que leva alguém a brincar com as outras? O que fiz para merecer tal perdido, logo eu, uma pessoa que sempre presou pela sinceridade, eu não mereço isso. Infelizmente muitas pessoas faltam com a sinceridade, brincam com as outras.

O que me conforta, é saber que tenho pessoas ao meu lado com quem posso contar, tenho uma excelente família e alguns bons amigos.

A foto acima foi tirada na manhã de hoje (17/02/2017), são presentes que ganhei de pessoais especiais, em momentos distintos de minha vida, são xícaras, a primeira ganhei da Nívia Nery em um aniversário meu, ela caprichou no presente, pois escolheu personalizada do meu time do coração, o Vasco da Gama. Já a segunda ganhei da Andressa Rodrigues em confraternização do meu antigo trabalho, veio personalizada com meu nome. Já terceira, ganhei do Diogo Ribeiro, num passeio no Shopping Nova América, na cidade do Rio de Janeiro no ano passado.

Termino essa reflexão, tendo como trilha sonora a música Não Adiantou Saber. Agradeço por ter usado parte do seu precioso tempo para lê minhas singelas palavras.



Forte abraço,

Edir Rodrigues

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