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sábado, 7 de janeiro de 2017

Retrospectiva 2016



Inicio este texto, que é o primeiro do ano, desejando um feliz ano novo, mesmo que atrasado. Espero que tenham tido uma excelente virada, com muita paz, amor e saúde. Que nesse ano de 2017 possamos realizar nossos sonhos. Seguindo a linha da Oração de São Francisco: Que o ódio vire amor, que a ofensa vire o perdão, que no desespero haja esperança, que a tristeza se transforme em alegria, e principalmente onde houver trevas que chegue a luz, é tudo que desejo.

É como um pensamento que li dia desses no Facebook, que não existem sonhos impossíveis para aqueles que realmente acreditam que o poder realizador reside no interior de cada ser humano, que sempre que alguém descobre esse poder, algo antes considerado impossível se torna realidade. 

Eternizo 2016 levando na bagagem novas experiências, que me acrescentaram maior maturidade, como homem, cidadão e pensador. Mesmo sendo impossível agradar a todos, pois nem Cristo o conseguiu, rogo perdão aos que em algum momento sentiram-se decepcionados comigo. Pedir desculpas nem sempre significa que você errou, às vezes você valoriza mais seu relacionamento com essa pessoa, do que seu ego.

O ano de 2016 foi de muitas alegrias, realizações, decepções e aprendizados. O desespero por muitas vezes bateu em minha porta, mas Deus, em sua infinita misericórdia, me concedeu o consolo.

Vou relatar um pouco dos momentos que marcou o ano que se passou, os bons e os ruins, por que a vida não é feita só de momentos bons. Tive a melhor férias de minha vida, tive o privilégio de ir ao Zuvuya Festival, e logo depois viajar para o Rio de Janeiro, viagem sensacional, muito bem acompanhado da Cleidiane Menezes, tive o prazer de conhecer lugares e pessoas maravilhosas. Marcante foi encontrar nessa viagem ao Rio, meu grande amigo Diogo Ribeiro, uma pessoa pela qual tenho um apreço enorme.

Além do Zuvuya Festival, em 2016 tive o privilégio de ir ao Festival Alternativo do Krant, e nas privates Florence, Progressive DayFesta da Vagalume, Flip Out, Sons do Cerrado, Sabedoria Oculta, Santuário Ecológico e na maior da região, a super badalada Psycotrance, momentos mágicos que levarei para eternidade.

Foi o ano em que enfim conheci o Santo Daime, e pela primeira e única vez fui numa boate LGBT. Fui a igreja três vezes, duas presbiteriana e uma batista. Tive meu coração despedaçado, fui enganado, iludido ao reatar um relacionamento após dez meses de seu fim, me entreguei de coração para alguém que fingiu me amar e só brincou com meus sentimentos, chorei, sofri, sei que um pedaço meu jamais será recuperado, porém ficou o aprendizado.

Terminei o ano realizado profissionalmente, reconhecido, e acima de muito feliz. Agradeço muito a Deus pela família e amigos que tenho. Busquei fazer o que minha consciência ficasse tranquila, ousei e não me arrependo de nada que fiz, faria novamente, afinal só sabe se é bom ou ruim experimentando.

Interesseiros como sempre apareceram pela minha vida, muitos por dinheiro, outros por carro ou status, mas enfim, os reconheço facilmente e sei que suas amizades tem prazo de validade, afinal quem é de verdade sabe quem é de mentira.

E para finalizar bem 2016 e começar ótimo 2017, na virada de ano participei da Santuário Ecológico, Edição Ano Novo. Uma celebração mágica, cheia de muita paz e energias positivas.

Que em 2017 tenhamos menos "mimimi" e mais "bora bora".
Que O Grande Arquiteto do Universo, em sua infinita graça, esteja convosco hoje e sempre. Amém.

Namastê!

Forte abraço,

Edir Rodrigues




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