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terça-feira, 25 de junho de 2019

O que é o Inec?


Após o enorme sucesso do meu último texto (Talvez Depois), que foi recorde de visualizações, vos apresento O que é o Inec?, um texto muito diferente dos que já escrevi. Não perca essa leitura, vai até ao final, garanto que não se arrependerá. Tenha uma ótima leitura.

Infelizmente vivemos em dias que o ter sobrepõe ao ser, poucos se importam em praticar a solidariedade, e a ganância impera. As pessoas reclamam mais do que agradecem, e muito pouco fazem para mudar a realidade. Há uma total inversão de valores. Diante dessa circunstância, como cidadão, venho buscando fazer minha parte, contribuir com o que posso.

Ainda tenho muito a conquistar, porém sou eternamente grato pelo que tenho, assim sendo, tive a ideia de criar uma organização, com finalidade melhorar a vida das pessoas que mais precisam. Como não posso ajudar a todos, escolhi um grupo específico, assim surgiu o Inec, que está em fase de planejamento.

Conheça o INEC:

Em fase de idealização, o INEC - Instituto Noriega de Expansão da Consciência é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, cujo objetivo fundamental é desenvolver uma sociedade democrática, isto é, uma sociedade fundada nos valores da liberdade, igualdade, diversidade, participação e solidariedade. Tendo como mantenedora a Fundação Edir Rodrigues.

Missão:

Promover integração social, através de apoio a portadores de moléstias graves e dermatológicas, vítimas de racismo, homofobia, xenofobia, assédio moral e sexual, com execução de medidas de assistência social e educativa.

Visão:

Torna-se referência no atendimento filantrópico, pautando-se na humanização, personalização e valorização da vida.


Valores:

Justiça, ética e respeito ao ser humano.

A foto acima, trata-se de três mãos, destacando o pulso com a pulseira da Energy, uma private rave acontecida em 28 de abril de 2019, na Chácara Garça, em Brasília. Sendo as mãos de meus amigos Jorge e Marcelo e a minha. Tendo destaque a presença do maracá, um instrumento musical indígena

O uso do maracá se fez necessário, por se tratar de um ritual de energia, tendo como batizado o Jorge, tendo seu primeiro encontro com o mundo das luzes. Um evento que superou as expectativas e fez jus ao nome, tendo muito energia.

noriega@edirrodrigues.com





sábado, 8 de junho de 2019

Talvez Depois



A vida é complexa, fascinante e enigmática. Vez que sua materialidade tem prazo de encerramento, nos pegamos na indagação de sua única certeza, que é a morte. Em meio a essa busca de respostas para tantas perguntas sobre a existência humana, chega a um momento que se percebe que tantas buscas não nos leva a nada.

Assim seguimos, rumo ao desconhecido. Penso tanto, que por vezes desisto. Mas se penso, logo existo, essa desistência logo é encerrada. Como já disse outras vezes, não é fácil ser eu, um destino sem dor me foi negado. Mas sigo, hora calado, hora falante, vezes agitado e radiante.

Acredito no arrependimento, na mudança de vida. Quem nunca foi traído? Enganado? Perdoar as vezes parece fácil, porém esquecer não. É com diz minha mãe: "Quem bate sempre esquece, quem apanha não". Rogo sempre ao Divino Pai Eterno,  para que em sua infinita graça, extirpa o vil amigo, e afugenta a traição.

Muitas coisas sabemos que devemos fazer, porém a incerteza nos faz adiar, e essa procrastinação torna uma pedra em nosso sapato. Que se faça o que tem de fazer, pois tempo perdido é irrecuperável. Talvez depois pode ser tarde. Não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje. Se ama diga que ama, se tem vontade faça, porém assuma as consequências de suas ações.

Talvez, o depois não nos pertença mais, e o arrependimento se torna nosso eterno companheiro. Acredito na imortalidade da alma, na predestinação. Nada acontece por acaso, todos que nos conhecemos, nossos destinos foram traçados.

Que não percamos a fé, a esperança na vida, que por mais que muitas vezes pensamos em deixar para talvez, para depois, que nossas decepções em algumas pessoas não nos faça deixar de crer que ainda existem pessoas honestas e de bom coração.

A imagem acima, trata-se de um foto minha tirada pelo meu amigo e futuro engenheiro civil, Gabriel Martins Feitosa, no setor de Chácaras Capão Cumprido em São Sebastião. Foto essa pela qual tenho enorme apreço. Sou eternamente grato ao Gabriel, que por sinal também é desenhista uma vez me desenhou, depois publico para vocês verem.

Muito obrigado pela leitura, muita luz e paz em suas vidas. Até o próximo texto.
Forte abraço

Edir Rodrigues
noriega@edirrodrigues.com

domingo, 12 de maio de 2019

A Vergonha Que Passei Em Curitiba


A contrário dos meus últimos dois textos que publiquei aqui, que foram em estilo poesia, este será como a maioria dos demais, em estilo crônica, histórias reais que aconteceram em minha vida.

Em 2010, em minha primeira viagem só, estava eu voltando para casa. Era um final de tarde de domingo. Meus amigos Marcelo e Camila foram me deixar no aeroporto de Curitiba. Chegamos muito cedo, por isso eles não esperaram minha hora de embarque. Fiz o check In, e logo eles retornaram para suas casas.

Até então estava tudo bem, pois na viajem pude conhecer a cidade, seus principais pontos turísticos, gastronomia e etc. Fui bem acolhido pela família de minha amiga Jussara, que mesmo estando fora do país (Boston - EUA), fez o possível para minha estadia na cidade fosse a melhor possível.

Pois bem, logo quando eu já estava dentro do avião, todo já acomodado, escuto a seguinte frase: "Atenção senhores passageiros com destino a Teresina...", Fiquei louco, nem prestei atenção no restante da frase e já fui logo retirando o cinto de segurança e falando em voz alta: "Mas eu não vou para Teresina, vou para Brasília". Logo todos riram, e a senhora que estava ao meu lado falou: "Calma meu filho, esse voo vai para Teresina, porém com escala em Brasília".

Nesse exato momento me dei de conta da vergonha que passei, foi o impulso. Me imaginei chegando em Teresina, mesmo sem nunca ter ido, imaginei o calor que faz lá. Também imaginei como faria para voltar para Brasília, tive medo de não encontrar voo e acabar perdendo meus compromissos da segunda feira.

Assim foi essa vergonha que passei em Curitiba. Na verdade eu nem sabia o que existia voo com escala, pensa na inexperiência da pessoa. Como na vida tudo temos algum aprendizado, tirei dessa experiência a curiosidade de pesquisar mais sobre a passagem que se compra, bem como pensar antes de falar.

A imagem acima trata-se de uma foto tirada por mim no aeroporto de Curitiba, naquela época nem tinha smarthphone, foi pela minha câmera fotográfica digital Sony Nick Shok, que era top de linha.
Obrigador por lê o meu texto. Gostaria de lembrar que estou escrevendo dois livros, e quando eles forem publicados vou avisar aqui no blog.

Forte abraço, paz e luz.

Edir Rodrigues
noriega@edirrodrigues.com

quinta-feira, 18 de abril de 2019

Meu Olhar


Vejo muitas coisas que por vezes não queria ver
É inevitável, por mais que não queira transparecer
Atroz fugaz realidade, capturada num simples olhar
Que por muitas vezes tão triste que me faz chorar

Sentir a dor alheia não é opcional, é emocional
De repente a realidade se confunde com ficção
A dor aumenta, que parece partir meu coração
Ah! Olhar perdido, as vezes achado, desiludido

Quantos olhares estão a vagar na desilusão
Entôo uma prece, faço uma petição
Que se firmem nos olhares, fixos ou não
Ai Deus do Céu! É demais para meu coração

quarta-feira, 27 de março de 2019

Devaneio


Poucas palavras, sorriso escasso e pensamento profundo. Atualmente ser eu tem sido um fardo.
Emergi numa lacuna oscilante, um destino sem dor me foi negado. Nunca disse amar sem ter amado.

Sonho quando era pequeno, sem preocupação no coração. Sigo vendo aquele momento, desvaneceu, desapareceu.
Mas meus sonhos não são vazios, como parece a consciência, é tristeza imensa. Detrás do olhar perdido, há um abismo.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Segundo dia no Peru


Quinta feira, 13 de dezembro de 2018, esse é o meu segundo dia no Peru, cheguei ontem da Argentina. Viagem que está sendo muito emocionante. Fui recebido no Aeroporto Internacional Jorge Chaves aqui em Lima pelo meu amigo Charles Mejia, e logo após encontrei no hotel com meu outro grande amigo peruano Carlos Zegarra. Não os via há anos.

Essa é minha primeira viagem ao Peru, um país que sempre quis conhecer. Prorroguei demais essa viagem, mas dessa vez não poderia deixar faltar. Saí Brasília, fui para São Paulo, depois para Buenos Aires, enfim estou em Lima. Acordei agora há pouco e me dei de conta que estou com dinheiro de quatro países, o dólar americano que trouxe do Brasil junto com os reais. Peso que trouxe da Argentina e soles que comprei aqui no Peru. Daqui há pouco sairei as compras.

Logo que oportuno, escreverei um texto especial sobre a viagem, quanto ao Peru e também a Argentina. Vou tomar um banho aqui e esperar o Chales vir me buscar aqui no hotel, pois hoje a agenda é comprida, que inclui museus, pontos turísticos e muitos mais, e logo a noite estarei com Carlos e mais outras pessoas. Hasta Luego.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Mudar é preciso



Mudança é algo que não agrada muito e na maioria das vezes tem muita resistência. Na verdade todos querem mudar. Porém o grande problema é quando não se sabe se mudança vai ser boa ou ruim. Portanto as vezes compensa arriscar e sair da zona de conforto.

Se não tomarmos atitude, se não fizermos diferente, tudo continuará como está. Quantas vezes reclamamos da vida, mas não fazemos nada para que haja mudança. Uma simples mudança pode fazer toda uma diferença, seja ela de domicílio, emprego, relacionamento e etc.

O medo por muitas vezes nos impede do progresso, que só acontece com a mudança. A primeira mudança que se deve ter é a de pensamento. Pois tudo parte do pensamento, lembra do princípio filosófico do "penso logo existo", vamos por partes.

Se a mudança foi boa, felicidade, se não, experiência e aprendizado. Não desista dos seus sonhos, mudar é preciso, não se esqueça, você é capaz, ninguém fará por você o que você mesmo faria.

A foto acima é da parede do meu quarto, no qual na sequência é um filtro dos sonhos que meu irmão trouxe do Canadá, depois um sino tibetano que comprei numa loja aqui em Brasília e por último minha coleção de pulseira de raves e festivais.

Forte abraço, paz e luz.

noriega@edirrodrigues.com